------------------------------------- MISSIONÁRIOS DA LUZ LAR em português de hoje em dia Pelo espírito André Luiz - Série Nosso Lar Psicografado por Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier) Adaptado por Maisa Intelisano - http://colunas.voadores.com.br/maisa Este projeto visa uma maior popularização e compreensão da mensagem de André Luiz Divulgado pela lista voadores: http://lista.voadores.com.br ------------------------------------- 3 DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO Meus compromissos não me permitiam dedicar muito tempo aos estudos com Alexandre. Entretanto, aproveitava todas as folgas que tinha. Havia sempre o que aprender. Além disso, era muito agradável acompanhar o instrutor em suas atividades. - Hoje à noite – disse ele – você poderá observar alguns aspectos do desenvolvimento mediúnico. Aguardei com interesse. Na hora marcada, compareci ao grupo. Antes que os encarnados chegassem, já era muito grande a movimentação. Muitos trabalhadores cuidavam do vasto serviço de natureza espiritual. Observava o atendimento magnético dado às entidades sofredoras, quanto Alexandre comentou: - Por enquanto, obtemos maiores resultados entre os desencarnados perturbados. As atividades beneficentes da casa se concentram neles, porque são raros os encarnados, inclusive os que já se interessam pela prática espírita, que se dispõem a aproveitar positivamente a nossa ajuda com sinceridade. E, depois de longa pausa, prosseguiu: - A transição entre a materialidade grosseira e a espiritualidade superior é muito lenta e difícil. Nesse sentido, há sempre um oceano de palavras e apenas algumas gotas de ação entre os homens. Nesse momento, os primeiros encarnados chegavam ao grupo. - Vamos ver – dizia um senhor de bigodes – se hoje temos mais sorte. - Não tenho vindo com assiduidade às reuniões, - comentou um rapaz – porque ando desanimado... Há quanto tempo fico segurando o lápis, sem obter qualquer resultado? - É uma pena! – respondeu outro senhor – As dificuldades desanimam mesmo. - Parece que não merecemos nem um estímulo dos amigos espirituais! – acrescentava uma senhora mais idosa – Há quantos meses estou tentando me desenvolver? Às vezes, sinto vibrações espirituais intensas perto de mim, mas não passa disso. A conversa continuou interessante. Depois de alguns minutos, com a chegada de outros encarnados, que vinham entusiasmados, foram iniciados os trabalhos de desenvolvimento. O diretor fez uma prece acompanhado pelos presentes. Dezoito pessoas se mantinham em expectativa. - Alguns – explicou Alexandre – querem desenvolver a psicografia, outros desejam a psicofonia. Mas, infelizmente, quase todos confundem poderes psíquicos com funções físicas. Acreditam no mecanismo automático da manifestação e esperam progredir de forma irregular e problemática, esquecendo-se de que toda conquista espiritual requer disciplina, educação, esforço e perseverança.A mediunidade construtiva é como a língua de fogo do Espírito Santo, luz divina para a qual é preciso conservar o pavio do amor cristão e o combustível da boa vontade pura. Sem a preparação adequada, a experiência dos que provocam o contato com o plano espiritual será sempre sombria. Alcançam grandes sensações e tomam contato com surpresas dolorosas. Fazem descobertas impressionantes e acabam em ansiedades e dúvidas sem fim. Ninguém pode enganar a lei impunemente. Para a elevação, espírito nenhum poderá dispensar o esforço próprio, na melhoria pessoal... Olhando os companheiros que o ouviam de maneira especial, recomendou: - Vamos observar. Colocou-se ao lado de um rapaz que esperava, de lápis na mão, mergulhado em profundo silêncio. Alexandre aplicou-me reforço magnético e passei a examinar o médium com atenção. As glândulas emitiam luzes muito pálidas. A pineal, principalmente, parecia uma pequena semente levemente iluminada. - Preste atenção no aparelho genital – orientou-me ele, sério. Fiquei chocado. Os testículos (1) emitiam luminosidade muito fraca, abafada por nuvens de corpúsculos negros de mobilidade impressionante. Iniciavam a ação sob a bexiga (2) e vibravam ao longo de todo o cordão espermático (3), formando colônias compactas nas vesículas seminais, na próstata (4), nas mucosas (5) da uretra (6), invadindo os canais seminíferos (7) e lutando com as células sexuais (8), destruindo-as. Os mais fortes situavam-se nos epidídimos (9), onde absorviam, esfomeados, os espermatozóides (10). Estava assustado. O que eram aquelas coisas negras minúsculas? Pareciam imantados uns aos outros, no mesmo trabalho de destruição. Seriam aspectos desconhecidos da sífilis (11)? Percebendo meu questionamento mental, Alexandre explicou, sem que eu lhe dissesse nada: - Não, André, não se trata do espiroqueta de Schaudinn (12), nem de qualquer outra bactéria que possa ser analisada pelos encarnados. São bacilos psíquicos do desvio sexual, produzidos pelo vício nos prazeres físicos desequilibrados. O dicionário dos médicos encarnados ainda não os conhece e, na falta de um termo mais adequado aos seus conhecimentos, vamos chamá-los de larvas, simplesmente. Têm sido cultivados por este companheiro, não só pela falta de domínio das próprias emoções, em experiências sexuais variadas, como também pelo contato com entidades grosseiras, que se afinizam com os seus desejos e o visitam com frequência, como vampiros invisíveis. O infeliz ainda não entende que o corpo físico é apenas uma leve sombra do corpo espiritual. Não percebe que, em matéria de sexo, prudência é sinônimo de equilíbrio vital e, quando recebe as nossas advertências sobre autocontrole, acredita que falamos de lições distantes, exclusivamente dogmáticas e religiosas. A pretexto de usar a lógica e a razão pura, acredita que o sexo nada tem a ver com a espiritualidade, como se a existência física não fosse parte da existência espiritual. Ele se esquece de que tudo é espírito, expressão de Deus e energia eterna. O erro do nosso amigo é o de todos os religiosos que acreditam que a alma está completamente separada do corpo físico, quando, na verdade, as manifestações psicofísicas são causadas pela influência espiritual. Novos esclarecimentos surgiam para mim. Começava a perceber as explicações francas para minhas grandes incógnitas do passado, no estudo das doenças em geral. Ainda não havia me recuperado do espanto, quando Alexandre me chamou a atenção para um senhor que tentava a psicografia. - Observe este amigo. – disse ele – Não sente um odor característico? De fato, em volta daquele rosto pálido, percebia-se uma atmosfera menos agradável. Seu corpo parecia um tonel sofisticado, de onde saíam vapores muito leves, mas contínuos. Notava-se que tinha muita dificuldade para sustentar o pensamento relativamente calmo. Não tive dúvida. Ele, provavelmente, ingeria bebidas alcoólicas com alguma frequência. Aproveitei a oportunidade para examinar melhor o seu organismo. O aparelho gastrintestinal (13) parecia estar ensopado em cachaça, já que a bebida ocupava todos os espaços do seu estômago (14), invadindo o esôfago (15) e alastrando-se para o bolo fecal (16). O fígado (17) aumentado era de espantar. Pequenas e assustadoras figuras agiam violentamente na veia porta (18), lutando desesperadamente com as células novas do sangue. Toda a estrutura do órgão estava alterada por terrível inchaço. Os lóbulos cilíndricos (19), alterados, apresentavam células doentes e fracas. O baço (20) apresentava anomalias estranhas. - As bebidas alcoólicas – explicou Alexandre, em tom sério – o estavam destruindo aos poucos. Você está observando os problemas menores. Este companheiro continua com seus centros vitais completamente desviados. Todo o sistema endócrino foi atingido pela ação tóxica. A medula trabalha inutilmente para aumentar o número de glóbulos na circulação. Os testículos tentam, em vão, requilibrar suas funções, já que o álcool causa anomalias importantes na própria cromatina (21). Os rins (22) trabalham sem sucesso para eliminar os elementos corrosivos, porque a ação prejudicial do álcool anula, diariamente, grande número de néfrons (23). O pâncreas (24), viciado, não consegue desintegrar os alimentos adequadamente. Larvas destrutivas eliminam células do fígado. Profundas alterações atingem seu sistema nervoso vegetativo (25) e, se não fossem as glãndulas sudoríparas (26), seria impossível para ele continuar encarnado. Não conseguia disfarçar meu espanto. Alexandre apontava as áreas doentes e esclarecia os assuntos com tanta segurança e simplicidade que não pude esconder o quanto estava impressionado. Em seguida, ele me colocou ao lado de uma senhora idosa simpática. Após examiná-la com atenção, disse: - Repare nesta nossa companheira. É candidata à psicofonia. Uma luz muito fraca emanava de sua mente e, desde o primeiro momento, notei as deformações físicas. Os estômago estava assustadoramente dilatado e os intestinos (27) pareciam estranhamente alterados. O fígado, também bastante aumentado, apresentava uma agitação indefinida. Do duodeno (28) ao sigmóide (29), era possível observar muitas anomalias. Tive a impressão de estar diante, não de um aparelho digestório) comum, mas, sim, de um grande alambique, lotado de pastas de carne e gordura, cheirando a vinagre em plena fermentação. Em grande área do abdômen superlotado de alimentos, via parasitas conhecidos, mas, além deles, via também larvas semelhantes a lesmas esfomeadas, que se agrupavam em grandes colônias, desde os músculos e as fibras do estômago até a válvula ileocecal (30). Estes parasitas atacavam os sucos gástricos (31), com um potencial destrutivo impressionante. Percebendo minha surpresa, Alexandre me esclareceu: - Temos aqui uma pobre amiga vítima de desequilíbrios alimentares. Todas as suas glândulas e centros nervosos trabalham para atender as necessidades do sistema digestório (33). Descuidada de si mesma, aderiu à gulodice exagerada, tornando-se vítima de seres inferiores. E como eu permaneci em silêncio, incapaz de qualquer comentário diante de lições tão novas, ele comentou: - Perante situações como estas, você pode avaliar o tamanho das necessidades de esclarecimento na Terra. A mente encarnada enfeitou-se com os valores intelectuais e cultuou a razão pura, esquecendo-se de que a razão humana precisa de luz divina. O homem encarnado percebe muito pouco e sente ainda menos. Com a explosão de novos conhecimentos trazidos pela onda espiritualista de renovação que atinge os países mais cultos da Terra, oprimida por longos sofrimentos coletivos, precisamos investir nas melhores possibilidades de colaboração, para que os encarnados valorizem as oportunidades sagradas de serviço e regeneração que recebem. Percebi que Alexandre falava, indiretamente, do grande movimento espírita, em função de estarmos em tarefa numa casa ligada àquela doutrina. E não estava enganado, porque o mentor amigo continuou dizendo, em tom sério: - O Espiritismo cristão é o renascimento do Evangelho de Jesus. E a mediunidade é um de seus fundamentos vivos. No entanto, ela não é exclusividade dos chamados “médiuns”. Todas as criaturas têm mediunidade, no sentido de percepção espiritual, a qual deve ser incentivada em nós mesmos. No entanto, não basta perceber. É preciso aperfeiçoar esta faculdade, transformando-a em trabalho ativo no bem. No entanto, a maioria dos candidatos ao desenvolvimento mediúnico não se dispõe aos preparativos de limpeza do aparelho de recepção. Separam completamente o corpo e o espírito, colocando-os em campos opostos, enquanto nós, estudiosos da Verdade, não conseguimos dizer onde fica, exatamente, a linha que os separa, entendendo que tudo o que existe se baseia em vibrações puras. É claro que – e sorriu – não queremos transformar o mundo em um cemitério cheio de tristeza e abandono. Praticar o sexo de forma saudável, tomar uma bebida de vez em quando, fazer uma boa refição, não são desvios espirituais, de maneira nenhuma. No entanto, os excessos promovem desperdícios lamentáveis de energia, os quais detêm o espírito em planos inferiores. Ora, quem se apega às sombras terá dificuldades em desenvolver percepções avançadas. Não se pode falar de mediunidade construtiva sem o equilíbrio saudável dos estudantes, na sagrada ciência do bem viver. - E por que não dizer tudo isso aos companheiros reunidos aqui? Por que não adverti-los seriamente? Alexandre sorriu, gentil, e falou: - Não, André. Vamos com calma. Estamos trabalhando em evolução e treinamento. Nossos amigos não são deliberadamente rebeldes ou maus. Estão apenas desorientados e espiritualmente doentes. Não podem se transformar de um momento para outro. Cabe a nós, portanto, ajudá-los e orientá-los. Alexandre deixou de sorrir e acrescentou: - É bem verdade que sonham em construir castelos maravilhosos, sem ter base, e alcançar grandes descobertas exteriores, sem estudarem a si próprios, mas, gradativamente compreenderão que mediunidade elevada ou percepção edificante não são atividades mecânicas da personalidade e, sim, conquistas do espírito, para as quais não se pode fugir dos inícios difíceis e dos trabalhos necessários, com auto-educação sistemática e perseverante. Mas, tirando essas ilusões, são bons companheiros, por quem temos muito carinho, não só como irmãos mais novos, mas também por merecerem o nosso reconhecimento pela colaboração que nos dão, muitas vezes inconscientemente. Os frágeis brotos de hoje serão as árvores fortes de amanhã. As tribos ignorantes de ontem são a humanidade de hoje. Por isso mesmo, todas as nossas reuniões são proveitosas. E ainda que caminhem vascilantes, faremos de tudo para defendê-los contra os perigos do vampirismo. (1) testículos - glândula genital ou gônada masculina que produz espermatozóides e o hormônio masculino testosterona. (2) bexiga - é uma bolsa de parede elástica, dotada de musculatura lisa, cuja função é acumular a urina produzida nos rins. Quando cheia, a bexiga pode conter mais de 250 ml de urina, que é eliminada periodicamente através da uretra. (3) cordão espermático – cordão que sustenta os testículos e o epidídimo, por onde passa o ducto deferente, artérias, veias e nervos. (4) próstata - glândula localizada abaixo da bexiga urinária, secreta substâncias alcalinas que neutralizam a acidez da urina e ativam os espermatozóides. (5) mucosa – substância viscosa que reveste internamente alguns órgãos. (6) uretra - canal que conduz a urina da bexiga ao meio exterior, é um tubo que parte da bexiga e termina, na mulher, na região vulvar e, no homem, na extremidade do pênis. Sua comunicação com a bexiga mantém-se fechada por anéis musculares - chamados esfíncteres. Quando a musculatura desses anéis relaxa-se e a musculatura da parede da bexiga contrai-se, urinamos. (7) canais seminíferos – ou túbulos seminíferos, locais onde são produzidos os espermatozóides dentro dos testículos. (8) células sexuais – ou gametas: espermatozóides ou óvulos. (9) epidídimos – dois tubos enovelados, que partem dos testículos, onde os espermatozóides são armazenados. (10) espermatozóides - gameta masculino ou semente masculina, possui uma cabeça, parte intermediária e uma cauda responsável pela sua mobilização à procura do gameta feminino (óvulo), na trompa. (11) sífilis – doença sexualmente transmissível (DST), infectocontagiosa, transmissível também à descendência, cuja causa é um espiroqueta (gênero Treponema, espécie T. pallidum). De acordo com a fase evolutiva, pode causar lesões em diferentes órgãos (ossos, articulações, sistema nervoso central, sistema cardiovascular, etc.), e (12) espiroqueta de Schaudinn – bactéria causadora da sífilis. (13) aparelho gastrintestinal – sistema digestório ou aparelho digestório - é formado por um longo tubo musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta as seguintes regiões; boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus (14) estômago - víscera na qual se faz parte da digestão dos alimentos, ligando o esôfago ao duodeno, o estômago é uma bolsa de parede musculosa, localizada no lado esquerdo abaixo do abdome, logo abaixo das últimas costelas. Sua função principal é a digestão de alimentos protéicos. (15) esôfago - canal musculomembranoso que comunica a garganta com o estômago, localiza-se entre os pulmões, atrás do coração, e atravessa o músculo diafragma, que separa o tórax do abdômen. O bolo alimentar leva de 5 a 10 segundos para percorrê-lo. (16) bolo fecal – resíduos alimentares, fezes. (17) fígado - víscera glandular volumosa, situada no lado direito do abdome, desempenha funções tais como secreção da bílis, modificação de medicamentos, produção de glicogênio, e outras. (18) veia porta – veia proveniente dos intestinos, a qual alimenta o fígado. (19) lóbulos cilíndricos – ou lóbulos hepáticos, unidades morfológicas do fígado, formadas por placas de células hepáticas. (20) baço - órgão situado no lado esquerdo do abdome, tem várias funções, entre as quais se sobressai a de destruir glóbulos vermelhos. (21) cromatina - conjunto de cromossomos. (22) rins - órgãos produtores de urina, situados um de cada lado do segmento lombar da coluna vertebral, estando o direito um pouco mais abaixo do que o esquerdo. Têm a função de eliminar resíduos metabólicos e outras substâncias tóxicas ingeridas ou provenientes do nosso próprio organismo. (23) néfrons – unidades funcionais dos rins, são pequenas fábricas químicas ou filtros que produzem a urina à medida que o plasma do sangue passa através deles. (24) pâncreas - grande órgão glandular, com 15 cm e formato triangular, situado por trás do estômago, mantém relação anatômica com o duodeno e o baço. É uma glândula exócrina e endócrina, com acentuada influência, tanto na digestão como em processos metabólicos, especialmente em relação aos glicídios. (25) sistema nervoso vegetativo – ou sistema nervoso autônomo, porção do sistema nervoso que se ocupa da inervação das estruturas involuntárias, tais como o músculo cardíaco, músculo liso, glândulas, etc. Regula as funções respiratórias, circulatórias, secreções etc. Divide-se em simpático e parassimpático. (26) glândulas sudoríparas – glândulas responsáveis pela drenagem do suor, composto de água, sais e uréia. A transpiração ou sudorese tem por função refrescar o corpo quando há elevação da temperatura ambiental ou quando a temperatura interna do corpo sobe, devido, por exemplo, ao aumento da atividade física. (27) intestinos – porção final do aparelho digestório, formada pelo intestino delgado e o intestino grosso. (28) duodeno – a primeira porção do intestino delgado, com aproximadamente 25 cm, ligado ao estômago pelo piloro (esfíncter ou válvula muscular que liga a parte inferior do estômago com a parte superior do duodeno). (29) sigmóide – ou cólon sigmóide é a terceira porção do intestino grosso, região dos intestinos onde ocorre a absorção de água, tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas. Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus. (30) válvula ileocecal – válvula localizada entre o intestino delgado e o intestino grosso. (31) sucos gástricos – um dos tipos de suco digestivo, é um líquido claro, transparente, altamente ácido, que contém ácido clorídrico, muco, enzimas e sais. O ácido clorídrico mantém o pH do interior do estômago entre 0,9 e 2,0 e dissolve o cimento intercelular dos tecidos dos alimentos, auxiliando a fragmentação mecânica iniciada pela mastigação.