------------------------------------- MISSIONÁRIOS DA LUZ LAR em português de hoje em dia Pelo espírito André Luiz - Série Nosso Lar Psicografado por Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier) Adaptado por Maisa Intelisano - http://colunas.voadores.com.br/maisa Este projeto visa uma maior popularização e compreensão da mensagem de André Luiz Divulgado pela lista voadores: http://lista.voadores.com.br ------------------------------------- 4 VAMPIRISMO Pelo que ouvi dos encarnados, a sessão de desenvolvimento mediúnico havia sido muito pobre para eles. No entanto, não acontecia o mesmo no nosso plano, onde se via muita satisfação, começando pelo próprio Alexandre, que parecia muito feliz. Os trabalhos haviam durado mais de duas horas e, realmente, embora ainda estivesse pensando nas lições aprendidas, detalhe por detalhe, notei o esforço de todos os colaboradores espirituais. Uma grande parte deles não só ajudava os encarnados, como também atendia as filas enormes de entidades desencarnadas desequilibradas. Alexandre, o instrutor dedicado, desdobrava-se de mil maneiras. E tocando no assunto que mais me impressionava, no que diz respeito aos trabalhos, comentou, satisfeito, aproximando-se de mim: - Graças a Deus, tivemos uma excelente noite. Muito trabalho contra o vampirismo. Ah, o vampirismo era justamente a questão que me preocupava. Vi os mais estranhos bacilos psíquicos, completamente desconhecidos na microbiologia mais avançada. Não tinham a forma esférica das cocáceas (1), nem o tipo bastonete (2) das bacteriáceas (3). Entretanto, também formavam colônias densas e terríveis. Percebi a forma como atacavam os elementos vitais do corpo físico, atuando mais destrutivamente sobre as células mais delicadas. O que significava aquele mundo novo? Que agentes eram aqueles, de poder indefinível e destruidor? Será que todos os homens estariam sujeitos à sua ação? Não consegui me conter. Levei a Alexandre minhas dúvidas e temores. Ele sorriu e considerou: - Muito bem, muito bem! Você veio observar os trabalhos mediúnicos, mas não se esqueceu do seu lugar de médico.. É natural. Se fosse especializado em outra profissão, teria percebido outros aspectos do assunto em análise. E querendo me incentivar, acrescentou: - Você demonstra bom preparo para a medicina espiritual que o aguarda. Depois de longa pausa, prosseguiu, explicando: - Deixando os morcegos sugadores de lado, entre os encarnados, o vampiro é o fantasma dos mortos, que sai do túmulo, tarde da noite, para alimentar-se do sangue dos vivos. Não sei quem inventou esta definição, mas, no fundo, não está errada. Só temos que considerar que, entre os desencarnados, vampiro é todo espírito ocioso que se aproveita, indevidamente, dos recursos alheios, e os que visitam os encarnados agem a qualquer hora, desde que encontrem receptividade no corpo físico dos homens. Alexandre fez um intervalo rápido na conversa, dando a entender que aquilo era apenas uma pequena intodução ao assunto, e continuou: - Você sabe que, entre as doenças terrestres, cada espécie de microorganismo tem o seu ambiente preferido. O pneumococo (4), normalmente, se aloja nos pulmões; o bacilo de Eberth (5), localiza-se nos intestinos, onde causa a febre tifóide (6); o bacilo de Klebs-Löffler (7), situa-se nas mucosas, onde provoca a difteria (8). Em condições orgânicas especiais, são os bacilos de Hansen (9) ou de Koch (10) que se proliferam. Você acha que esse tipo de formações microscópicas se restringe ao corpo físico? Não sabe que o macrocosmo está repleto das mais variadas surpresas? No campo infinitesimal, as leis são as mesmas. André, as doenças psíquicas são muito piores. A patogênese (11) da alma se apresenta em quadros dolorosos. A cólera, a falta de autocontrole, os desvios sexuais, os vários vícios, formam criações inferiores que afetam a vida íntima de forma profunda. O corpo doente, em geral, revela uma mente doente. A organização fisiológica, pelo que sabemos das pesquisas terrestres, não vai além do corpo de carne, dentro do molde preexistente do perispírito. Quando as vibrações inferiores atingem o molde em sua estrutura, o corpo físico irá refleti-las imediatamente. Entendi onde ele queria chegar. No entanto, as colocações sobre novos tipos de microorganismo levantavam outras questões. Como acontecia o início das manifestações? As afeccções psíquicas teriam sintomas iguais aos que já conhecia para as doenças físicas em geral? Será que as doenças do espírito eram contagiosas? E seria lógico ser assim num plano onde os fenômenos físicos não deveriam existir mais? Virchow (12) afirmava que o corpo humano “é um país celular, onde cada célula é um cidadão e a doença, o atrito dos cidadãos, provocado pela invasão de elementos externos”. De fato, desde que nasce, o ser humano tem de lutar contra vários obstáculos climáticos, entre venenos e bactérias de diversas origens. Como explicar, agora, o novo quadro que se colocava contra meus conhecimentos limitados? Não contive a curiosidade. Recorrendo ao grande conhecimento do instrutor, perguntei: - Veja bem, Alexandre, como acontecem as doenças psíquicas? Não são resultado do assédio de agentes externos? Como explicar isso em nosso plano? É a viciação da personalidade espiritual que causa as criações vampirizadoras ou são estas criações que atacam o espírito, causando determinadas doenças? Nesse último caso, poderíamos pensar em contágio? Ele me ouviu com atenão e explicou: - Primeiro vem o plantio, depois, a colheita. Tanto as sementes de trigo como as de erva daninha, encontrando solo propício, vão germinar do mesmo jeito, segundo suas caracaterísticas. E nisso temos apenas a lei divina. É justa sua admiração com a questão das larvas. Não tenha dúvida. Tanto na doenças espirituais, como nas físicas, antes da afecção, temos o ambiente. Cada ação produz um efeito, sentimentos geram criações, pensamentos dão origem a formas e consequências variadas. E como cada espírito é um universo único, cada um de nós é responsável pelas forças que emite e que circulam no fluxo da vida. A cólera, o desespero, o ódio e o vício oferecem as condições propícias para perigosos agentes psíquicos do mundo espiritual. E, assim como no corpo físico, o contágio aqui é fato consumado, desde que a irresponsabilidade e a desavença ofereçam ambiente propício entre criaturas do mesmo nível. É claro que, no mundo físico, essa lei funciona com mais violência, enquanto que, entre os desencarnados, sofre algumas modificações naturais. Aliás, não poderia ser diferente, até porque você sabe que muita gente cultiva o dom para o desastre. Cada vício particular da personalidade produz as formas sombrias características e estas se alastram nas áreas próximas, onde prevalece a falta de vigilância e defesa, assim como acontece com as ervas daninhas que se espalham no solo por desleixo do lavrador. Demonstrando cuidado ao analisar os fatos e querendo me prevenir contra qualquer interpretação equivovada com relação às obras de Deus, acrescentou: - Imagino que esteja chocado, no entanto, você não pode esquecer que somos antigos infratores da lei. Desde que o homem aprendeu a pensar, a idéia de Deus criou princípios religiosos, indicando-nos regras de bem viver. No entanto, à medida que os conhecimentos intelectuais avançam, o homem parece ter menos respeito pelas dádivas sagradas. Os pais encarnados, com raríssimas exceções, são os primeiros vigilantes viciados, agindo em prejuízo dos próprios filhos. Em geral, aos 20 anos, em função da acomodação dos pais, a moça é uma dondoca e o rapaz é um modelo de futilidades doentias, ambos muito mais interessados na moda que nas explicações dos professores. Quando se casam, muitas vezes são pessoas excessivamente ignorantes ou desviadas ao extremo. E devemos nos lembrar que, nós mesmos, quando encarnados, na maioria das vezes fomos campeões da maldade e da frieza contra nossas próprias forças vitais. Entre abusos no sexo e na alimentação, desde muito cedo, nada mais fazíamos além de desenvolver tendências inferiores, cristalizando hábitos prejudiciais. Desse modo, seriam assim tão absurdas as doenças físicas e os desequilíbrios psíquicos? O plano superior jamais nega ajuda aos mais variados tipos de necessitados e, aproveitando até as menores possibilidades, auxilia os encarnados na restauração dos seus bens, seja ajudando a natureza ou inspirando a descoberta de novos medicamentos e tratamentos. De nossa parte, assim que desencarnamos, e à medida que temos mais esclarecimento e competência, tornamo-nos colaboradores diretos dos encarnados. No entanto, apesar disso, a teia da ignorância é ainda muito densa e o vampirismo tem considerável alcance porque, se Deus é infinitamente bom, é também infinitamente justo. Ninguém poderá fugir aos seus desígnios e a morte física, quase sempre, pega o espírito de surpresa, em terrível situação de parasitismo. Assim sendo, a promiscuidade entre os encarnados indiferentes à lei universal e os desencarnados que a ela têm sido indiferentes é muito grande na crosta. Absolutamente sem preparo e acostumados a viver mais para as sensações físicas que para os sentimentos e pensamentos puros, depois da morte física, os homens, em grande número de casos, permanecem imantados ao lar em que viviam e onde alimentavam as emocões. Uma triste ignorância os prende, cheios de particularismos e envolvidos pelo magnetismo terrestre, enganando a si próprios e alimentando antigas ilusões. As larvas que você observou servem de alimento justamente para aqueles que se colocaram nessa situação. - Nossa! – exclamei, profundamente espantado. Mas Alexandre ainda acrescentou: - Larvas como estas estão carregadas de vigoroso magnetismo animal. Percebendo que muitas e difíceis questões talvez me atormentassem o pensamento, o instrutor considerou: - É claro que, em última análise, os microorganismos não serão servidos em pratos, bastando que o desencarnado se agarre aos companheiros encarnados ainda ignorantes para sugar deles o fluido vital, como ervas daninhas grudadas em árvores. Não conseguia disfarçar o espanto que sentia. - Por que está estranhando tanto? – perguntou ele. – E nós, quando estávamos encarnados? Nossas mesas não se mantinham às custas dos restos de touros e aves? Com a desculpa de obter mais proteínas, exterminávamos inúmeros frangos, carneiros, leitões e cabritos. Chupávamos os músculos e roíamos os ossos. Não contentes em matar os seres que esperavam nossa orientação para o progresso na obra divina, sofisticávamos os métodos de exploração, causando-lhes doenças para que nos agradassem ao paladar com a máxima eficiência. O porco comum era criado em regime de engorda, muitas vezes à base de restos, para criar certas reservas de gordura para o nosso uso, até que fosse vencido pelo peso de banhas doentias e abundantes. Colocávamos gansos em engordadeiras para que seu fígado crescesse, de modo que pudéssemos preparar pastas destinadas a iguarias famosas, sem nos preocuparmos com o erros cometidos, amparados na idéia de melhorar a culinária. Em nada nos incomodava o triste quadro das vacas-mãe em direção ao matadouro, para que nossas panelas cheirassem bem. Com o respaldo da ciência, ressaltávamos a necessidade de proteínas e gorduras diversas, esquecendo-nos de que a nossa inteligência, tão fértil na descoberta de comodidade e conforto, poderia encontrar outros recursos e meios de garantir o suprimento de proteínas do organismo, sem precisar recorrer à indústria da morte. Esquecíamos que o avanço dos laticínios, para enriquecimento da alimentação, é muito louvável, pois tempos virão em que os encarnados considerarão o estábulo tão sagrado quanto o próprio lar. - No entanto, Alexandre, – decidi argumentar – a idéia de que muita gente na Terra vive à mercê de vampiros invisíveis é absolutamente desagradável e preocupante. E a proteção dos espíritos superiores? E o amparo dos seres de luz? E a defesa dos nossos queridos protetores? - André, meu caro, - falou o instrutor, carinhosamente, - é preciso dizer a verdade, ainda que seja contra nós mesmos. Em todos os setores da criação, Deus colocou superiores e inferiores no trabalho de evolução pela colaboração mútua, o amor, a obediência e a administração. Poderíamos dizer, por acaso, que fomos bons para com as criaturas inferiores a nós? Não aniquilávamos suas vidas, como seres monstruosos em seu caminho? É claro que não queremos criar um movimento da falsa proteção aos animais, também sujeitos a cooperar com o melhor de si para a harmonia e o engrandecimento da vida, nem estamos aqui defendendo os elementos reconhecidamente prejudiciais. No entanto, é preciso reconhecer que, no que diz respeito ao desrespeito aos animais, com o qual contribuímos em nossas atividades terrenas, nenhum de nós poderia, em sã consciência, atirar a primeira pedra. Os seres inferiores do planeta não nos vêem como superiores inteligentes e generosos, mas como carrascos cruéis. Confiam nas tempestades que castigam a natureza, mas fogem, desesperados, ao menor sinal de aproximação do homem, com exceção dos animais domésticos que, por confiarem em nossas palavras e gestos, submetem-se ao matadouro com lágrimas nos olhos, incapazes de, com seu raciocínio primitivo, determinar onde termina a nossa compreensão e onde começa a nossa perversidade. Se não somos capazes de proteger e educar aqueles que Deus nos confiou como brotos frágeis de racionalidade a se desenvolver nas experiências do instinto, se abusamos de sua incapacidade de defesa e conservação, como querer que seres superiores, sábios e bondosos, cujas instruções mais simples ignoramos, nos protejam em nossa lastimável condição de infratores da lei de cooperação? Como médico, você sabe que o embriologista, examinando um feto humano em seus primeiros dias, sem conhecer a sua origem, não é capaz de afirmar, com certeza, se tem, diante dos olhos, o gérmem de um homem ou de um cavalo. O médico legista tem dificuldade para determinar se uma mancha de sangue encontrada vem de um homem, de um cão ou de um macaco. Os animais também têm o seu sistema endócrino, suas reservas de hormônios, seus processos característicos de reprodução, e, por isso mesmo, têm sido grandes auxiliares da ciência nas descobertas dos mais eficazes tratamentos para as moléstias humanas, colaborando diretamente na manutenção das civilizações. No entanto, ... Alexandre interrompeu seu raciocínio e, considerando a seriedade do assunto, perguntei, emocionado: - Como resolver problemas tão complicados? - Os problemas são nossos – disse ele, tranquilamente. – Não nos cabe condenar ninguém. Deixando para trás o nosso primitivismo, devemos acordar a própria consciência para a responsabilidade coletiva. A missão do superior é a de amparar o inferior, educando-o. E os nossos abusos para com a natureza estão cristalizados em todos os países, há muitos séculos. Não podemos reciclar os sistemas econômicos, nem substituir os hábitos arraigados e viciosos de alimentação da humanidade, de um dia para o outro. Eles apenas refletem nossos próprios erros milenários. Mas, como filhos endividados para com Deus e a natureza, devemos continuar no trabalho educativo, acordando os companheiros encarnados mais experientes e esclarecidos, para uma nova era em que os seres humanos cultivarão o solo da Terra por amor e usarão os animais com respeito, educação e entendimento. Depois de ligeira pausa, Alexandre comentou: - Uma conquista como esta é essencial para a vida humana, porque, sem amor para com os inferiores, não podemos esperar a proteção dos superiores; sem respeito pelos semelhantes, não podemos esperar pelo respeito dos outros. Se temos sido vampiros insaciáveis dos seres frágeis que nos cercam na vida material, abusando do poder racional ante a sua inteligência primitiva, não é tão absurdo que, em função da animalidade conservada com tanto cuidado, venhamos a sofrer com o vampirismo de entidades que nos são afins, no plano invisível. As explicações de Alexandre, dadas sem presunção e sem crítica, causavam-me profunda impressão. Algo de novo invadia-me a consciência. Era o espírito de veneração por todas as coisas, o reconhecimento real do poder de Deus, Senhor do Universo. O instrutor interrompeu-me o pensamento de adoração ao Pai, dizendo: - Como vê, o verdadeiro desenvolvimento mediúnico é uma questão de elevação espiritual dos candidatos ao intercâmbio sagrado. Entretanto, André, não importa que os nossos amigos, ansiosos pelos altos valores psíquicos, tenham vindo até aqui sem o preparo adequado. Embora ainda não tenham muito conhecimento do assunto, tiraram grande proveito, porque receberam ajuda contra o vampirismo venenoso e destruidor. Você se surpreendeu com as larvas que atacam suas energias espirituais. Agora vai ver as entidades exploradoras que se mantêm fora da sala, esperando que voltem. - Lá fora? – perguntei, assustado. - Sim... – respondeu ele – Se os nossos irmãos conseguissem, de fato, manter a disciplina sobre si mesmos, ganhariam muito em força contra a influenciação dos infelizes que os seguem. Entretanto, é lamentável os poucos que são capazes de permanecer firmes para aplicar a luz que recebem. A maioria, assim que sai da nossa proteção magnética, estabelecida a cada reunião do grupo, esquece as bênçãos que recebeu e volta, novamente, a se entregar às mesmas condições deploráveis de antes, dominada pelos vampiros teimosos e cruéis. - Que lições! – exclamei. Percebendo que os encarnados começavam a sair, Alexandre falou: - Venha comigo e observe por si mesmo. Notas: (1) cocáceas – bactérias com forma esférica (2) bastonetes – em formato de bastão (3) bacteriáceas – o mesmo que bactérias (4) pneumococo – bactéria responsável por grande parte dos casos de pneumonia, otite, sinusite, bacteriemia (infecção da corrente sanguínea) e meningite em todo o mundo. Essa bactéria é a causa mais comum de pneumonia na comunidade, acometendo a criança, o adulto jovem e o idoso. (5) bacilo de Eberth – Salmonella typhi, agente causador da febre tifóide. (6) febre tifóide – doença infecciosa aguda, cujo contágio ocorre por ingestão de água ou alimentos contaminados pela bactéria, que atravessa as paredes intestinais e se multiplica no tecido linfático. Após um período de incubação de 10 a 14 dias, aparecem os primeiros sintomas: dor de cabeça, fadiga, dores contínuas, febre e uma agitação que pode perturbar o sono. Pode haver também perda de apetite, hemorragias nasais, tosse e diarréia ou constipação. Durante a segunda semana de febre, quando o bacilo está presente em grandes quantidades na corrente sangüínea, uma erupção cutânea rosada surge no tronco e desaparece depois de quatro a cinco dias. As fezes e a urina de pessoas infectadas são as principais fontes de contaminação. (7) bacilo de Klebs-Löffler – Corynebacterium diphteriae, agente causador da difteria (8) difteria – também conhecida como crupe, a difteria é altamente contagiosa, normalmente ocorre nos meses frios e atinge, principalmente, crianças de até 10 anos de idade. A doença é causada pela toxina diftérica, que se aloja nas amígdalas, faringe, laringe e fossas nasais, onde cria placas brancas ou acinzentadas, muitas vezes visíveis a olho nu. A difteria é altamente contagiosa e é adquirida pelo simples contato com os infectados, com suas secreções ou com os objetos contaminados por eles. (9) bacilo de Hansen – Mycobacterium leprae, agente causador da hanseníase (lepra). (10) bacilo de Koch – Mycobacterium tuberculosis, agente causador da tuberculose (11) patogênese – ou patogenia, estudo dos mecanismos por que se desenvolvem as moléstias. (12) Virchow – Rudolf Ludwig Carl Virchow (1821-1902), médico patologista mundialmente conhecido, nascido em Schievelbein, na Pomerânia, região noroeste da Alemanha. Formado em medicina em 1843, descreveu inúmeras células, descobriu a leucemia e, contra todos na época, instalou esgotos em Berlim. Autor do livro "Patologia Celular" (em 1858), onde batiza a maior parte da nomenclatura histopatológica ainda hoje utilizada e também o famoso 5º sinal cardeal da inflamação -"Functio laesa", atribuído, por muito tempo, a Galeno (130-200 A.D).