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Para-mico astral - RELATO
Publicado em: 04 de setembro de 2006, 15:33:57  -  Lido 2780 vez(es)



Em aditamento à avassaladora quantidade de relatos publicados, posto aqui um
para-mico ocorrido comigo.

Numa das projeções mais impressionantes que já tive, eu me vi desencarnado numa
cidade astral fronteiriça, por alguns dias, esperando para ir para outra região.
Ali pude conviver com encarnados que não me viam, com desencarnados que me viam,
e eu mesmo aprendi a controlar minha densidade, e ficar visível ou não. Cheguei
até a praticar em frente de espelhos, hehehe. Tudo isso durou apenas algumas
horas de sono, mas lá foram dois ou três dias. Eu tinha plena e absoluta certeza
de que havia desencarnado, e pra falar a verdade, não estava achando nem um
pouco chato. Até me dispunha a ficar por ali mesmo, mas o engraçado é que o ar
ia ficando cada vez mais denso ou rarefeito e eu e outros defuntos recentes
éramos obrigados a ir subindo, na cidade, até que acabamos tendo que ir todos
para o prédio da 'alfândega', no alto de um morro, que era o ponto mais alto da
cidade, e de onde partíriamos para algum outro lugar. Bom, nesta altura voltei
pro físico. Acreditem, essa projeção mexeu bastante comigo e com minhas
convicções.

Mas o mico foi o seguinte:
Enquanto eu estava por lá, apareceu minha ex-mulher, dizendo que eu não estava
morto, para eu voltar, etc. e tal.

E eu, com ar de superioridade (eu era um desencarnado meio metido a besta),
dizia a ela, em voz suave, que ela deveria aceitar a situação, que eu realmente
havia desencarnado, e tentava consolá-la, dizendo todas essas coisas que a
gente diz para os parentes encarnados que ficaram naquele mundinho chato lá
atrás...

O diabo da mulher insistia, e como nem todo desencarnado é santo, dei um jeito
de mandá-la passear e continuei por ali, bem na minha, 'aproveitando a morte'..

E quando me vi no físico outra vez, fiquei muito pê da vida ao ver que quem
estava certa era ela, e não eu.

Bom, pelo menos aproveitei que estava de volta ao físico para passar o dia
aporrinhando a paciência daquela abelhuda...

Bene
--
Benedicto Cohen (Bene)
beneluxbr@yahoo.com.br


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